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Covid 19: Brasileiros criam produto que inativa 96% do vírus.

No falando de que? de hoje, falaremos sobre corona vírus e seu possível fim

imagem tirada por microscópio

Como sabemos o vírus causador do covid 19, iniciou-se na China, é uma doença respiratória aguda causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2). O primeiro caso conhecido foi em 1 de dezembro de 2019, mas o primeiro caso reportado a OMS foi em 31 de dezembro do mesmo ano.

Obs.1: Embora tenha ocorrido relatos e denúncias feitas por um grupo de médicos chineses que denunciaram em setembro que o vírus era extremamente agressivo. Os médicos foram presos e alguns mortos por causas desconhecidas.

Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde declarou não ser um surto e sim uma pandemia. Até 25 de novembro de 2020, pelo menos 59 124 016 casos da doença foram confirmados em pelo menos 191 países.

No Brasil, as primeiras ações ligadas à pandemia do covid-19 começaram em fevereiro, com a repatriação dos brasileiros que viviam em Wuhan, cidade chinesa epicentro da infecção. Em 15 dias, o país confirmou a primeira contaminação, quando a Europa já confirmava centenas de casos e encarava mortes decorrentes da covid-19.

Em 02 de Março foram registrados pelo  Ministério da Saúde e confirmado os 2 primeiros casos de contaminação pelo novo coronavírus.

Até o momento não existem medicamentos antivirais aprovados para o tratamento do COVID-19, embora estejam vários sendo desenvolvidos e está acontecendo testes com medicamentos já existentes. Em casos ligeiros, o alívio dos sintomas pode ser com os mesmos medicamentos para o alívio de sintomas da constipação, ingestão de líquidos e repouso.

Obs.2: Um relato pessoal – em junho estava trabalhando e sentir dor no peito e cansaço. Como uns dias antes um amigo (Ronaldo) foi detectado com o vírus, mandei uma mensagem para ele e procurei a medicação que ele estava tomando, em seguida comprei e logo de imediato comecei o tratamento. Embora muitos especialistas dizem não ter efeito comprovado, mas foram os seguintes medicamentos que não deixaram agravar o meu caso: Ivermectina, azitromicina, complexo de vitamina de A a Z, vitamina D e vitamina C. Por longos dias estive passando mal, fui ao hospital pra fazer exame e constatou que estava com o vírus, mas o meu organismo estava combatendo e não precisei ficar internado.

Não só eu mais muitos amigos que usaram essas medicações, logo se recuperaram e hoje podem dar seus testemunhos de momentos ruins que superaram.

Os principais sintomas:

A gravidade dos sintomas varia, desde sintomas ligeiros semelhantes à constipação até pneumonia viral grave com insuficiência respiratória potencialmente fatal. Em muitos casos de infeção não se manifestam sintomas. Nos casos sintomáticos, os sintomas mais comuns são febre, tosse e dificuldade em respirar. A perda de olfato e paladar são também sintomas comuns da COVID-19. Entre outros possíveis sintomas menos frequentes estão garganta inflamada, corrimento nasal, espirros ou diarreia. Entre as possíveis complicações estão pneumonia grave, falência de vários órgãos e morte.

Fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pandemia_de_COVID-19

Às estratégias para prevenir a transmissão da doença incluem manter uma boa higiene pessoal, lavar as mãos, evitar tocar os olhos, nariz ou boca com as mãos sujas e tossir ou espirrar em um lenço de papel e colocar o lenço diretamente em um recipiente de lixo. Aqueles que já podem ter a infecção foram aconselhados a usar uma máscara cirúrgica em público. Medidas de distanciamento físico também são recomendadas para prevenir a transmissão. Os profissionais de saúde que cuidam de alguém que pode estar infectado devem usar as precauções padrão, precauções de contato e proteção para os olhos.

A vacina

Uma vacina para a COVID-19 é um produto biotecnológico destinado a fornecer imunidade adquirida contra a COVID-19. A setembro de 2020, havia 321 vacinas candidatas em desenvolvimento, um aumento de 2,5 vezes desde abril. No entanto, nenhum candidato concluiu os ensaios clínicos para provar sua segurança e eficácia. Em setembro, cerca de 39 vacinas candidatas estavam em investigação clínica, 33 em testes de Fase I–II e 6 em testes de Fase II–III.

Até o momento Não têm nenhuma vacina comprovadamente eficaz. Embora em muitos lugares governadores estão tentando impor vacinação em massa da população, sendo que às vacinas ainda nem finalizaram seus testes que comprovam sua eficácia.

Uma notícia que não está sendo dada a devida importância é que Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) anunciaram na última terça-feira (24) o desenvolvimento de uma fórmula de antisséptico bucal capaz de inativar em 96% a proliferação do vírus Sars-CoV-2 , causador da Covid-19. A fórmula é baseada na tecnologia PHTALOX®, um composto criado inicialmente para o tratamento do mau hálito e para melhorar a saúde da gengiva.

Produto desenvolvido por pesquisadores brasileiros

A pesquisa foi realizada pelo Centro de Pesquisa e Inovação da empresa DentalClean em parceria com quatro instituições públicas: Faculdade de Odontologia da USP em Bauru (SP), Instituto de Ciências Biológicas da USP, a Universidade Estadual de Londrina (PR) e o Instituto Federal do Paraná. O estudo é coordenado por Fabiano Vieira Vilhena, cirurgião-dentista sanitarista e pesquisador da USP, e contou com o envolvimento de 60 especialistas.

De março a novembro, os pesquisadores concluíram seis etapas de estudo que envolveram 107 pacientes em testes laboratoriais, séries de casos e estudos clínicos randomizados triplo-cegos. Logo no primeiro mês, foi confirmada a ação virucida do produto, que, de uma fórmula fabricada para doenças gengivais, foi redirecionada para verificar sua eficácia na prevenção da transmissão do Sars-CoV-2.

“Inativar a transmissão do vírus da Covid-19 nas vias aéreas superiores do corpo humano é uma das formas mais eficazes de não avançar a doença para as vias respiratórias inferiores”, escrevem os cientistas. “O antisséptico é capaz de bloquear o vírus na cavidade oral (região da boca), impedindo-o que ganhe forças e avance para o restante do organismo.”

Com o sucesso em testes, o produto, chamado Detox Pro, foi aprovado pela Anvisa em outubro e, nesta terça-feira, foi anunciado o início da produção em larga escala. “Começamos hoje a produção do primeiro lote desse produto, o antisséptico de 600 ml”, disse Giuliano Castro, gerente nacional de negócios da Dentalclean. “Para o primeiro trimestre de 2021, a estimativa de produção é de mais de 12 milhões de unidades nas categorias antisséptico, spray e gel dental.”

Conforme o aumento da demanda, a produção poderá ser aumentada. Para o desenvolvimento e pesquisa do produto, forma investidos R$ 10 milhões.

Essa matéria foi divulgada em:

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/brasileiros-criam-antisseptico-bucal-que-inativa-sars-cov-2-em-96.html

https://www.jornal316.com.br/2020/11/urgente-brasileiros-criam-antisseptico.html

Obs. 3: O mais intrigante é que a mídia televisiva não da importância para essas matérias, algo que pode INATIVAR o vírus em até 96%, diminuirá drasticamente o número de casos graves e óbitos.

O Brasil mostra ao mundo seu importante poder intelecto, enquanto muitos procuram um vacina que demora bastante tempo para se mostrar eficaz, os cientistas brasileiros desenvolvem um produto que beira a perfeição. Pois com 96% de eficácia, o número de vidas a serem salvas, serão incontáveis, Sendo que não é um produto não causa efeitos colaterais.

Esperamos que a mídia dê mais importância para notícias assim, que trazem esperança a todas às nações.